Não sei como se define bom senso, mas sinto falta de bom senso no dia a dia. Situações que vc acaba passando e que a vontade de gritar um PQP quase se realiza... a falta de respeito, de apreço, de cuidado com o outro se tornam corriqueiras... As pessoas agem por impulso. Não há reflexão. Não há o registro do outro. Lembro-me da antiga regra de ouro: trate os demais como gostaria de ser tratado!
Voltando... será que bom senso é intuitivo? Como desenvolver esta habilidade? Será que o bom senso está diretamente ligado ao fato de saber agir adequadamente em cada situação?
Qual senso é considerado bom?
Só sei que sinto muita falta de bom senso no dia a dia!
Espaço reservado para viagens de todo o tipo e para registros de minhas andanças...
terça-feira, 28 de junho de 2011
Uma colega de trabalho, Márcia, me mostrou esses dias em um livro de Durkheim que estava lendo uma citação que falava mais ou menos sobre o poder de hipinotização que os professores exercem sobre seus alunos. Isso me fez refletir um bocado..... Hj depois de um dia de aula em que minha vida particular foi questionada por meus alunos volto a pensar nessa hipinose! A curiosidade que aluno tem sobre a vida pessoal de um professor é absurda! kkkkkk
Coisas do tipo: mas vc com essa idade não é casado? Vc não tem filho com essa idade? Isso pq ainda nem cheguei aos 3.0.... Nossa vc trabalha muito! Tenho pena! hahahaha
Curioso!!!
Lembro de minha época de estudante. E realmente a vida pessoal de professores não vou dizer que me fascinava, mas me causava uma certa curiosidade. Me lembro de uma professora de Latim que tive na faculdade. Ela era (deve ser ainda) linda, jovem, inteligente! E a gente ficava conjecturando sobre a vida da coitada.
Enfim, hj me vejo de outro lado e me recordo de como foi na minha época!
Coisas do tipo: mas vc com essa idade não é casado? Vc não tem filho com essa idade? Isso pq ainda nem cheguei aos 3.0.... Nossa vc trabalha muito! Tenho pena! hahahaha
Curioso!!!
Lembro de minha época de estudante. E realmente a vida pessoal de professores não vou dizer que me fascinava, mas me causava uma certa curiosidade. Me lembro de uma professora de Latim que tive na faculdade. Ela era (deve ser ainda) linda, jovem, inteligente! E a gente ficava conjecturando sobre a vida da coitada.
Enfim, hj me vejo de outro lado e me recordo de como foi na minha época!
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